Gabarito do simulado de matemática do Colégio Evolução realizado no dia 22/03/12
sábado, 24 de março de 2012
sábado, 3 de março de 2012
Alunos da rede pública de ensino vão participar da Etapa Nacional do Torneio de Robótica
Fonte: Jornal Itajubá Notícias
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Curso Pré-Enem
Sistema de Ensino
Saber +
Serviços oferecidos
O Sistema de
ensino Saber Mais Pré ENEM é um cursinho voltado para os vestibulares e ENEM
que contará com capacidade para cerca de 60 alunos e as aulas serão ministradas
no período matutino e noturno em sala de aula do Colégio Castelo do Saber. O
período letivo começará em março e terá duração de aproximadamente nove meses,
terminando no final de Novembro. Utilizamos o cronograma correspondente a cada
componente curricular cobrado nos principais concursos vestibulares e no ENEM.
Matutino:
6 aulas por dia com duração de 50
minutos de segunda a sexta-feira
Noturno:
5 aulas por dia com duração de 50
minutos de segunda a sexta-feira
Monitoria:
Aos sábados no período da manhã.
Metodologia
O projeto pedagógico do curso
enfatiza ensinar a aprender utilizando conceitos pedagógicos que valorizam a
relação de ensino e aprendizagem.
O material didático será
apostilado (material próprio do cursinho).
Técnicas de Estudos
Possuímos um programa
altamente eficaz para desenvolver bons hábitos de estudo. Nossos alunos são
orientados a gerenciar seu tempo, reconhecer seu estilo de aprendizagem,
organizar o material escolar, preparar-se para provas e muitas outras dicas.
Oferecemos
Cursinho preparatório para o ENEM com:
- Ensino de técnicas de estudo
- Grupo de estudos
- Professores altamente qualificado
- Melhor custo-benefício do mercado
Disciplinas
- Física
- Matemática
- Biologia
- Português/Redação
- Química
- Historia
- Geografia
domingo, 22 de janeiro de 2012
A matemática e a notícia: sobre o caso da gravidez de quatro meninas
A matemática nos diz que,
Portanto, a CHANCE (em tese) de uma mulher engravidar de um homem vasectomizado, sem tratamento e ter quadrigêmeos univitelinos é de:
1/700.000 X 2/100 = 2/70.000.000 = 1 em 35 milhões -> 1 em 35 milhões.
Mas... tem OUTRO detalhe:
"29ª semana de gestação. É o limite para a maioria das grávidas de quadrigêmeos."
E, no caso, a 'grávida' de Taubaté estaria entre a 39a e 40a. semana de gestação de quadrigêmeos univitelinos de um marido vasectomizado.
"Se este caso realmente fosse verdade, sortuda desse jeito, ela devia jogar na Mega Sena aonde a chance de ganhar é de 1 em 6 milhões".
Adaptado do blog de Rosana Hermann
"a probabilidade de ocorrerem eventos independentes é dada pela multiplicação das probabilidades isoladas de ocorrência de cada um dos eventos."
A probabilidade de uma mulher engravidar de quadrigêmeos univitelinos sem tratamento é, aproximadamente, de 1 em 700 mil casos.
A probabilidade de uma mulher engravidar de um homem vasectomizado (sem reversão) é de cerca de 2 em 100. Portanto, a CHANCE (em tese) de uma mulher engravidar de um homem vasectomizado, sem tratamento e ter quadrigêmeos univitelinos é de:
1/700.000 X 2/100 = 2/70.000.000 = 1 em 35 milhões -> 1 em 35 milhões.
Mas... tem OUTRO detalhe:
"29ª semana de gestação. É o limite para a maioria das grávidas de quadrigêmeos."
E, no caso, a 'grávida' de Taubaté estaria entre a 39a e 40a. semana de gestação de quadrigêmeos univitelinos de um marido vasectomizado.
"Se este caso realmente fosse verdade, sortuda desse jeito, ela devia jogar na Mega Sena aonde a chance de ganhar é de 1 em 6 milhões".
Adaptado do blog de Rosana Hermann
domingo, 18 de dezembro de 2011
Faz contas ou faz-de-conta?
por Ricardo Viveiros
Nos últimos anos, o Ensino Fundamental também cresceu significativamente
e, no nível Superior, nunca houve uma oferta de vagas tão grande,
o que, apesar da qualidade questionável de alguns cursos denunciada por
exames como o Provão, sem dúvida acaba contribuindo para a ampliação
das possibilidades de acesso ao diploma universitário.
Esses números e as três histórias acima contadas - todas verídicas, em que apenas os nomes das personagens são fictícios - exibem o paradoxo vivido hoje pela escola pública brasileira.
Um sistema cada vez mais homogêneo e não-excludente, mas que corre o risco de ver ótimas idéias serem transformadas em um ensino de mentira, em que alunos são aprovados sem adquirir os conhecimentos mínimos necessários para aprender conteúdos mais complexos.
Boa parte dos avanços estatísticos obtidos pelo País deve-se à disseminação de uma nova mentalidade junto aos professores da rede pública. A partir dos anos 80, popularizaram-se teses como a dos ciclos escolares, em substituição ao tradicional sistema de séries estanques, com suas velhas provas mensais ou bimestrais de avaliação e exames nos finais de ano.
A nova proposta, defendida por teóricos e pedagogos ligados a instituições como USP, Unicamp, PUC e Fundação Carlos Chagas, foi colocada em prática a partir da redemocratização do País e da chegada ao poder de grupos de pensadores de centro-esquerda e da democracia cristã.
O inimigo público número 1 desse grupo de teóricos e pedagogos era o elevado índice de repetência e a conseqüente evasão escolar, que durante anos apresentaram números assustadores.
Um olhar rápido sobre os números atuais pode levar a comemorações. Entretanto, corremos o risco de estar disseminando outra vez uma educação de faz-de-conta, na base de professores que fingem ensinar, alunos que aparentam aprender e autoridades que simulam priorizar a educação.
Não é com pedras atiradas sobre governadores e muito menos com silogismos matemáticos que o País resolverá a difícil equação de oferecer ensino de qualidade a parcelas cada vez maiores da população, inadvertidamente repetindo a fórmula utilizada por ministros da área econômica para maquiar a inflação nos anos 70.
Ou seja, se não era possível controlar "o monstro", mudava-se a fórmula do cálculo, os índices utilizados e, por conseguinte, os números finais.
Da mesma forma, afrouxar os laços da avaliação e evitar a todo custo as reprovações podem ser medidas bem intencionadas, mas acabam se transformando em tremenda injustiça para alunos como Roberto - praticamente ignorado em sua dificuldade de aprendizagem na sala de aula - e para muitos professores como Sérgio, cientes de seu papel e das conseqüências de seus atos na vida de jovens esforçados, como Edileuza, que, sem uma formação adequada talvez perca, em pouco tempo, até mesmo o emprego que a faz acordar de madrugada.
É hora de o governo parar de fingir que faz e, todos nós, de fingir que acreditamos.
Roberto tem 11 anos e está na 5ª série de uma escola estadual
. Até aí, nada de anormal,
não fosse por um detalhe: Roberto ainda não sabe ler e escrever!
A mãe é empregada doméstica e contou o fato à filha
da patroa, que, depois de diversos contatos na escola e na Delegacia de Ensino
responsável, conseguiu inscrevê-lo em um programa de reforço
escolar, na própria instituição em que já estava
matriculado. Um recurso disponível, simples, e que não estava
sendo usado apenas porque nenhum professor se dera conta do "pequeno"
problema de Roberto.
Sérgio é professor da rede pública na Zona Leste e passa
vários finais de semana corrigindo provas e preparando avaliações.
Não estaria fazendo nada além de suas obrigações
profissionais, se também não fosse outro detalhe: ele está
simplesmente proibido de reprovar qualquer aluno.
Edileuza faz o 1º grau à noite, também em escola pública.
Não consegue acompanhar as aulas e quando uma zelosa professora questionou
se não seria melhor para ela mesma ser reprovada, revendo alguns conteúdos,
pediu encarecidamente que não fizessem aquilo com ela.
E explicou: o baixo rendimento era resultado do sono, pois acordava às
4 horas da manhã para ir trabalhar como doméstica. Seu sonho era
obter o diploma do 1º grau para arranjar um emprego em escritório
e assim, quem sabe, poder dormir duas horas a mais.
Recentemente, o MEC divulgou dados capazes de deixar orgulhoso qualquer estadista.
Pela primeira vez na história, o País comemora o fato de que o
índice de crianças e jovens entre sete e 14 anos matriculados
na escola ultrapassou a marca de 93% do total.
Esses números e as três histórias acima contadas - todas verídicas, em que apenas os nomes das personagens são fictícios - exibem o paradoxo vivido hoje pela escola pública brasileira.
Um sistema cada vez mais homogêneo e não-excludente, mas que corre o risco de ver ótimas idéias serem transformadas em um ensino de mentira, em que alunos são aprovados sem adquirir os conhecimentos mínimos necessários para aprender conteúdos mais complexos.
Boa parte dos avanços estatísticos obtidos pelo País deve-se à disseminação de uma nova mentalidade junto aos professores da rede pública. A partir dos anos 80, popularizaram-se teses como a dos ciclos escolares, em substituição ao tradicional sistema de séries estanques, com suas velhas provas mensais ou bimestrais de avaliação e exames nos finais de ano.
A nova proposta, defendida por teóricos e pedagogos ligados a instituições como USP, Unicamp, PUC e Fundação Carlos Chagas, foi colocada em prática a partir da redemocratização do País e da chegada ao poder de grupos de pensadores de centro-esquerda e da democracia cristã.
O inimigo público número 1 desse grupo de teóricos e pedagogos era o elevado índice de repetência e a conseqüente evasão escolar, que durante anos apresentaram números assustadores.
Um olhar rápido sobre os números atuais pode levar a comemorações. Entretanto, corremos o risco de estar disseminando outra vez uma educação de faz-de-conta, na base de professores que fingem ensinar, alunos que aparentam aprender e autoridades que simulam priorizar a educação.
Não é com pedras atiradas sobre governadores e muito menos com silogismos matemáticos que o País resolverá a difícil equação de oferecer ensino de qualidade a parcelas cada vez maiores da população, inadvertidamente repetindo a fórmula utilizada por ministros da área econômica para maquiar a inflação nos anos 70.
Ou seja, se não era possível controlar "o monstro", mudava-se a fórmula do cálculo, os índices utilizados e, por conseguinte, os números finais.
Da mesma forma, afrouxar os laços da avaliação e evitar a todo custo as reprovações podem ser medidas bem intencionadas, mas acabam se transformando em tremenda injustiça para alunos como Roberto - praticamente ignorado em sua dificuldade de aprendizagem na sala de aula - e para muitos professores como Sérgio, cientes de seu papel e das conseqüências de seus atos na vida de jovens esforçados, como Edileuza, que, sem uma formação adequada talvez perca, em pouco tempo, até mesmo o emprego que a faz acordar de madrugada.
É hora de o governo parar de fingir que faz e, todos nós, de fingir que acreditamos.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Gabarito avaliação 4º bimestre de Fisica 9ºano - Colégio Evolução
1-
a)
Quando
tem o mesmo número de prótons e elétrons.
b)
Por atrito, por contato ou por indução.
c)
Por
apresentarem elétrons livres
d)
Modelo atômico
ou modelo planetário
2-
a)
Eletrização
por indução.
b)
Com a
aproximação do indutor, ocorre a separação de cargas no Induzido. Ligando-se o
induzido a terra com um fio condutor, elétrons são atraídos para a região
carregada positivamente e fluem da terra para o induzido.
3-
a) condutor
b) interruptor
c)resistor
d) gerador
4- V,V,V,F
5- A
6-
a) Req = 147/60 = 49/20 = 2,45 Ω
b)Req = 103/20 = 5,15 Ω
7- R1 = 35/2 = 17,5 Ω
sábado, 26 de novembro de 2011
Deputados amigos dos educadores
Esses merecem o nosso respeito, em especial o Deputado Rogério Corrêa que tanto tem feito para a nossa categoria.
(A montagem foi feita pelo combativo colega Robson).
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