quarta-feira, 18 de julho de 2012

UMA BREVE HISTÓRIA DE ALGUNS SÍMBOLOS MATEMÁTICOS

O uso dos símbolos em matemática é tema importe na prática docente, pois contribui para o estudo dos conteúdos matemáticos, criando possibilidades de representações das idéias matemáticas pelos alunos. A história da simbologia matemática é um tema “complexo, abrangente, volumoso e, não raro, controverso”. Por esse motivo faremos apenas uma incursão rápida do assunto em questão.

Antes mesmo de inventar a escrita, o homem primitivo já usava sinais gráficos rudimentares para representar números: pedaços de madeira, pedras, ossos ou marfim, alguns com mais de dez mil anos de idade, foram encontrados comprovando que pessoas haviam feito sobre eles agrupamento de riscos com evidente intenção de contagem.

Iremos identificar a história de alguns símbolos que até hoje fazem parte da linguagem matemática, símbolos estes que se tornaram universais. Destacaremos as origens ocidentais da simbologia matemática e mais especificamente os três países: Alemanha, França e Inglaterra.

Na Alemanha, nos séculos XV e XVI, os matemáticos estavam publicando obras aritmético-algébricas e, para tanto, necessitavam empregar algum simbolismo próprio ou de terceiros.
Em 1489, o alemão Johann Widmann publicou uma aritmética comercial onde, pela primeira vez, apareceram os sinais + e -. Alguns especialistas entendem que tais símbolos usados por Widmann serviam apenas para representar excesso ou falta de peso em caixas de certas mercadorias que deveriam ter pesos exatos. Só em 1518, o também alemão Heinrich Shreiber ou Grammateus escreveu um livro onde os dois sinais foram usados na álgebra, mas o grande popularizador desses sinais é Michael Stifel. Há quem diga que + e – derivam das letras p e m minúsculas, escritas cursivamente, mas é possível que o símbolo + seja derivado do “t” da palavra “et”, que significa o conectivo “e” em latim.

Podemos apresentar ainda mais um alemão que deixou sua marca na simbologia matemática, o nome dele é Christoff Rudolff. Rudolff publicou em 1525 o livro “Coss” onde usou para raiz quadrada o sinal que usamos atualmente. Por muito tempo pensou-se que o sinal de Rudolff era derivado da letra R, mas hoje os especialistas não concordam com isso.
Na Inglaterra, no século XVI, podemos destacar um médico, matemático e jurista chamado Robert Record, criador do símbolo de igualdade. Em seu livro The Whetstone of Witte (“A Pedra de Afiar da Inteligência”), Record empregou pela primeira vez o símbolo de igualdade que hoje usamos: dois traços horizontais e paralelos (=). Ele escreveu a seguinte frase, em inglês arcaico, para justificar a razão de sua escolha: “Bicause noe .2. thynges, can be moare equalle” (“porque duas coisas não podem ser mais iguais”)[1]. Outro inglês que se destacou na criação de símbolos matemáticos foi William Oughtred. Em seu livro Clavis Mathematicae, de 1631, aparecem cerca de cento e cinqüenta símbolos, a maioria criada por outros. Dele mesmo sobreviveram o x como sinal da multiplicação e os pontos das proporções (a:b :: c:d). Os símbolos > (maior) e < (menor) foram criados também por um inglês: Thomas Harriot. Na França, podemos apresentar uma importantíssima inovação no simbolismo matemático. François Viète introduziu a utilização sistemática das letras para representar não apenas as incógnitas, mas, também, os coeficientes genéricos de equações. Viète lançou toda essa inovação em seu livro, que tinha como título In artem analyticam isagoge (Introdução à arte analítica), que foi publicado em 1591. Outro Francês que deixou a sua contribuição para a simbologia matemática foi Albert Girard. Em 1629, Girard expressou os índices das raízes por meio de números colocados na abertura em V do sinal da raiz quadrada . Não poderíamos deixar de citar o autor da obra Géométrie, publicada em 1637, que foi um dos livros mais importantes para a consolidação dessa simbologia: René Descartes. Em Géométrie, Descartres escreveu suas equações de uma forma já inteligível para os leitores modernos: - foram usadas letras maiúsculas do alfabeto: as primeiras (a, b, c,...) para as grandezas conhecidas e as últimas (z, y, x,...) para as desconhecidas - as potências acima de dois foram expressas por meio de expoentes - os sinais de soma e subtração já foram os atuais - o símbolo da raiz passou a ter um prolongamento horizontal superior de modo a indicar claramente o que era abrangido. Os matemáticos em geral resolveram seguir o modelo de simbologia algébrica da Géométrie, não apenas por ser muito melhor do que os anteriores, mas, também, por ter sido introduzido em um livro que foi lido com admiração por toda comunidade matemática da época. Outro símbolo que tem uma história extremamente interessante é o π. Embora tenha sido Leonhard Euler quem consagrou a letra π o símbolo da constante geométrica, na edição de 1647 da Clavis Mathematicae, de Oughtred, é que se encontra a origem de tal símbolo. Oughtred apresenta representando a relação entre o perímetro da circunferência e seu diâmetro, já que π é a primeira letra da palavra "perímetro" em grego. Mas só em 1736, a partir de sua adoção por Euler, que o uso do π em seu sentido moderno foi generalizado. No decorrer da evolução do pensamento matemático e, mais especificamente, das idéias relativas às funções, podemos citar Euler como o criador da notação “f(x)” para representar as funções. Com base no que foi mencionado, é possível observar que a simbologia matemática foi criada de uma forma contínua e que não irá parar por aqui, poderá sempre haver criações de novas formas para representar certos conteúdos na linguagem matemática.

[1] Tradução minha.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

EQUAÇÃO DO 2º GRAU

AULA 1
  Toda equação do segundo grau é do tipo:


 ax² + bx + c = 0   se somente se  a ≠ 0

onde :
a, b e c são chamados de coeficientes numéricos .
x é a variável ou parte literária

Resolução de uma equação do 2º grau
Resolver uma equação é encontrar um valor para a variável de forma que torne a sentença (no caso equação do 2º grau) verdadeira. E mais, uma equação do 2o grau pode ter:
-2 soluções
-1 solução
-Nenhuma solução

Exemplo:
Vamos verificar se 3 é solução da equação x² - 9 = 0
Para fazer esta verificação basta substituir x na equação por 3, veja:
x² - 9 = 0
para x=3, temos:

3² - 9 = 0
9 - 9 = 0
0 = 0
Portanto 3 é solução da equação x² - 9 = 0

Agora vamos verificar se 4 é solução da equação x² - 25 = 0
para x=4, temos:

4² - 25 = 0
16 - 25 = 0
- 9 = 0 , não verifica, pois -9 ≠ 0
Portanto 4 não é solução da equação x² - 25 = 0

Mas qual será o número que é solução desta equação?
É ai que entra os métodos de resolução da equação do 2º grau que iremos aprender.

1º caso
As equações do exemplo são conhecidas como uma equação do 2º grau incompleta, pois, em ambas  o coeficiente b = 0, neste caso  (ax² + c = 0) 
Então, vamos verificar como ficaria a resolução da equação x² - 25 = 0 .

x² - 25 = 0 
x²  = 25
x =  ±√25
x = ± 5

S = { 5; -5} 
Portanto, 5 ou -5 são soluções da equação x² - 25 = 0 


Exercícios Resolvidos

Resolva as seguintes equações no conjunto dos números reais.
a)  x² + 4 = 0
Resolução:
x² = - 4
x = ±√-4
x = ø → Não possui solução no conjunto dos números reais, pois, não existe solução para raiz quadrada de um número negativo.


S = { ø 


b) x² = 36
Resolução:
x = ±√36
x = ± 6

S = { 6; -6}  

c) 3x² - 27 = 0
Resolução:
3x² = 27
x² = 27/3
x² = 9
x = ±√9
x = ± 3

S = { 3; -3}  

AGORA É COM VOCÊ

Resolva as seguintes equações no conjunto dos números reais.
a) x² - 16 = 0     S={4,-4}        e) x² = 121     S={11,-11}          i) 2x² - 1250 = 0      
b) x² - 36 = 0     S={6,-6}        f) x² = 400     S={20,-20}          j) 3x² - 75 = 0         
c) x² - 49 = 0     S={7,-7}        g) x² = 100    S={10,-10}          k) 4x² + 16 = 0        
d) x² + 25 = 0    S= { ø }         h) 2x² - 1800 = 0    S={30,-30}  l) -5x² + 25 = 0

AULA 2

2º caso
Podemos ter outro tipo de equação do 2º incompleta, neste caso,  (ax² + bx = 0), com c = 0.
Para resolver este tipo de equação segue o exemplo abaixo.


 x² + 4x = 0  
x(x - 4) = 0 , aqui coloca-se o fator comum x em evidência
neste caso temos um produto de dois termos onde o resultado deve ser zero, então:

x = 0 ou 
x-4 = 0

Para x = 0 , temos x1 = 0
Para x - 4 = 0 , temos x2 = 4

S = {0; 4}
Portanto, para este tipo de equação temos duas soluções x=0 ou x=4

outro exemplo

2x² + 10x = 0
2x(x + 5) = 0

2x = 0
x = 0

x + 5 = 0
x = -5 

S = { 0; -5}


Exercícios Resolvidos

1 - Resolva as seguintes equações no conjunto dos números reais.

a) 2x² + 10x = 0
Resolução:
2x(x + 5) = 0
2x = 0
x = 0
ou
x + 5 = 0
x = - 5 

S = { 0; -5}

b) x2 = 3x
Resolução:
x² - 3x = 0
x(x - 3) = 0
x = 0
ou
x - 3 = 0
x = 3 

S = { 0; 3}

2 – A diferença entre o quadrado de um número positivo e o seu quádruplo, nessa ordem, é zero. Determine esse número.

Resolução:
Seja x o número que precisamos determinar. Então:
x² - 4x = 0
x(x – 4)= 0
x= 0 ou x – 4 = 0
Resolvendo a equação x -4 = 0, encontramos x = 4.
Portanto, o número é 4.

AGORA É COM VOCÊ

Resolva as seguintes equações no conjunto dos números reais.
a) x² - 6x = 0     S={0,6}          c) 2x² + 30x = 0          e) 2x² = 4x

b) x² + 13x = 0  S={0,-13}         d) 3x² - 15x = 0          f) x² = - 12x


3º caso
Agora sim, o que nos interessa é quando a equação do 2º grau é completa, neste caso:
ax² + bx + c = 0 

Para calcularmos a raiz utilizaremos a fórmula abaixo: 

*esta fórmula é conhecida como a fórmula de Bhaskara.


Exemplo:

Aplicando a fórmula de Bhaskara, resolva as seguintes equações do 2º grau.
a) 3x² – 7x + 4 = 0
b) 9y² – 12y + 4 = 0
c) 5x² + 3x + 5 = 0

Assista ao vídeo com a resolução do exemplo letra a




- Viu?
- é mamão com açúcar, fácil, fácil...

Assista agora ao vídeo...

Novo telecurso - Equação do 2º grau - Aula 24 ( 1 de 2 )


 Novo telecurso - Equação do 2º grau - Aula 24 ( 2 de 2 )


                                   Novo telecurso - Equação do 2º grau - Aula 25 ( 1 de 2 )



                                   Novo telecurso - Equação do 2º grau - Aula 25 ( 2 de 2 )




sábado, 3 de março de 2012

Alunos da rede pública de ensino vão participar da Etapa Nacional do Torneio de Robótica


 



Nos próximos dias 3 e 4 de março, as equipes Blecaute (formada por alunos da rede pública educacional do Estado) e Gnorange (formada por alunos do curso G9), com idade entre 9 e 15 anos, irão representar Itajubá, Pedralva e cidades da região na Etapa Nacional do Torneio de Robótica "First Lego League" (FLL), um dos maiores torneios de robótica do mundo, a ser realizado em São Paulo. Mais quatro equipes das cidades de Santa Rita do Sapucaí e Pouso Alegre também irão participar do evento que vale vaga para etapas internacionais.



Fonte: Jornal Itajubá Notícias

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Curso Pré-Enem



 Sistema de Ensino
Saber +

Serviços oferecidos


O Sistema de ensino Saber Mais Pré ENEM é um cursinho voltado para os vestibulares e ENEM que contará com capacidade para cerca de 60 alunos e as aulas serão ministradas no período matutino e noturno em sala de aula do Colégio Castelo do Saber. O período letivo começará em março e terá duração de aproximadamente nove meses, terminando no final de Novembro. Utilizamos o cronograma correspondente a cada componente curricular cobrado nos principais concursos vestibulares e no ENEM.

Matutino:
6 aulas por dia com duração de 50 minutos de segunda a sexta-feira

Noturno:
5 aulas por dia com duração de 50 minutos de segunda a sexta-feira

Monitoria:
Aos sábados no período da manhã.

Metodologia

O projeto pedagógico do curso enfatiza ensinar a aprender utilizando conceitos pedagógicos que valorizam a relação de ensino e aprendizagem.
O material didático será apostilado (material próprio do cursinho).

Técnicas de Estudos

Possuímos um programa altamente eficaz para desenvolver bons hábitos de estudo. Nossos alunos são orientados a gerenciar seu tempo, reconhecer seu estilo de aprendizagem, organizar o material escolar, preparar-se para provas e muitas outras dicas.

Oferecemos

Cursinho preparatório para o ENEM com:

  • Ensino de técnicas de estudo
  • Grupo de estudos
  • Professores altamente qualificado
  • Melhor custo-benefício do mercado

 Disciplinas

  • Física
  • Matemática
  • Biologia
  • Português/Redação
  • Química
  • Historia
  • Geografia

domingo, 22 de janeiro de 2012

A matemática e a notícia: sobre o caso da gravidez de quatro meninas

A matemática nos diz que,

"a probabilidade de ocorrerem eventos independentes é dada pela multiplicação das probabilidades isoladas de ocorrência de cada um dos eventos."

A probabilidade de uma mulher engravidar de quadrigêmeos univitelinos sem tratamento é, aproximadamente, de 1 em 700 mil casos.
A probabilidade de uma mulher engravidar de um homem vasectomizado (sem reversão) é de cerca de 2  em 100.
Portanto, a CHANCE (em tese) de uma mulher engravidar de um homem vasectomizado, sem tratamento e ter quadrigêmeos univitelinos é de:
1/700.000  X   2/100 = 2/70.000.000 = 1 em 35 milhões -> 1 em 35 milhões.
Mas... tem OUTRO detalhe:
"29ª semana de gestação. É o limite para a maioria das grávidas de quadrigêmeos."
E, no caso, a 'grávida' de Taubaté estaria entre a 39a e 40a. semana de gestação de quadrigêmeos univitelinos de um marido vasectomizado.

 "Se este caso realmente fosse verdade, sortuda desse jeito, ela devia jogar na Mega Sena aonde a chance de ganhar é de 1 em 6 milhões".

Adaptado do blog de Rosana Hermann

domingo, 18 de dezembro de 2011

Faz contas ou faz-de-conta?

por Ricardo Viveiros

Roberto tem 11 anos e está na 5ª série de uma escola estadual . Até aí, nada de anormal, não fosse por um detalhe: Roberto ainda não sabe ler e escrever!
A mãe é empregada doméstica e contou o fato à filha da patroa, que, depois de diversos contatos na escola e na Delegacia de Ensino responsável, conseguiu inscrevê-lo em um programa de reforço escolar, na própria instituição em que já estava matriculado. Um recurso disponível, simples, e que não estava sendo usado apenas porque nenhum professor se dera conta do "pequeno" problema de Roberto.
Sérgio é professor da rede pública na Zona Leste e passa vários finais de semana corrigindo provas e preparando avaliações. Não estaria fazendo nada além de suas obrigações profissionais, se também não fosse outro detalhe: ele está simplesmente proibido de reprovar qualquer aluno.
Edileuza faz o 1º grau à noite, também em escola pública. Não consegue acompanhar as aulas e quando uma zelosa professora questionou se não seria melhor para ela mesma ser reprovada, revendo alguns conteúdos, pediu encarecidamente que não fizessem aquilo com ela.
E explicou: o baixo rendimento era resultado do sono, pois acordava às 4 horas da manhã para ir trabalhar como doméstica. Seu sonho era obter o diploma do 1º grau para arranjar um emprego em escritório e assim, quem sabe, poder dormir duas horas a mais.
Recentemente, o MEC divulgou dados capazes de deixar orgulhoso qualquer estadista. Pela primeira vez na história, o País comemora o fato de que o índice de crianças e jovens entre sete e 14 anos matriculados na escola ultrapassou a marca de 93% do total.
Nos últimos anos, o Ensino Fundamental também cresceu significativamente e, no nível Superior, nunca houve uma oferta de vagas tão grande, o que, apesar da qualidade questionável de alguns cursos denunciada por exames como o Provão, sem dúvida acaba contribuindo para a ampliação das possibilidades de acesso ao diploma universitário.

Esses números e as três histórias acima contadas - todas verídicas, em que apenas os nomes das personagens são fictícios - exibem o paradoxo vivido hoje pela escola pública brasileira.

Um sistema cada vez mais homogêneo e não-excludente, mas que corre o risco de ver ótimas idéias serem transformadas em um ensino de mentira, em que alunos são aprovados sem adquirir os conhecimentos mínimos necessários para aprender conteúdos mais complexos.

Boa parte dos avanços estatísticos obtidos pelo País deve-se à disseminação de uma nova mentalidade junto aos professores da rede pública. A partir dos anos 80, popularizaram-se teses como a dos ciclos escolares, em substituição ao tradicional sistema de séries estanques, com suas velhas provas mensais ou bimestrais de avaliação e exames nos finais de ano.

A nova proposta, defendida por teóricos e pedagogos ligados a instituições como USP, Unicamp, PUC e Fundação Carlos Chagas, foi colocada em prática a partir da redemocratização do País e da chegada ao poder de grupos de pensadores de centro-esquerda e da democracia cristã.

O inimigo público número 1 desse grupo de teóricos e pedagogos era o elevado índice de repetência e a conseqüente evasão escolar, que durante anos apresentaram números assustadores.

Um olhar rápido sobre os números atuais pode levar a comemorações. Entretanto, corremos o risco de estar disseminando outra vez uma educação de faz-de-conta, na base de professores que fingem ensinar, alunos que aparentam aprender e autoridades que simulam priorizar a educação.

Não é com pedras atiradas sobre governadores e muito menos com silogismos matemáticos que o País resolverá a difícil equação de oferecer ensino de qualidade a parcelas cada vez maiores da população, inadvertidamente repetindo a fórmula utilizada por ministros da área econômica para maquiar a inflação nos anos 70.

Ou seja, se não era possível controlar "o monstro", mudava-se a fórmula do cálculo, os índices utilizados e, por conseguinte, os números finais.

Da mesma forma, afrouxar os laços da avaliação e evitar a todo custo as reprovações podem ser medidas bem intencionadas, mas acabam se transformando em tremenda injustiça para alunos como Roberto - praticamente ignorado em sua dificuldade de aprendizagem na sala de aula - e para muitos professores como Sérgio, cientes de seu papel e das conseqüências de seus atos na vida de jovens esforçados, como Edileuza, que, sem uma formação adequada talvez perca, em pouco tempo, até mesmo o emprego que a faz acordar de madrugada.

É hora de o governo parar de fingir que faz e, todos nós, de fingir que acreditamos.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Gabarito avaliação 4º bimestre de Fisica 9ºano - Colégio Evolução


1-        
a)       Quando tem o mesmo número de prótons e elétrons.
b)       Por atrito, por contato ou por indução.
c)       Por apresentarem elétrons livres
d)       Modelo atômico ou modelo planetário
2-        
a)       Eletrização por indução.
b)      Com a aproximação do indutor, ocorre a separação de cargas no Induzido. Ligando-se o induzido a terra com um fio condutor, elétrons são atraídos para a região carregada positivamente e fluem da terra para o induzido.
3-
a) condutor
b) interruptor
c)resistor
d) gerador

4- V,V,V,F

5- A

6-
a) Req = 147/60 = 49/20 = 2,45

b)Req = 103/20 = 5,15


7- R1 = 35/2 = 17,5

sábado, 26 de novembro de 2011

Deputados amigos dos educadores




 
Esses merecem o nosso respeito, em especial o Deputado Rogério Corrêa que tanto tem feito para a nossa categoria.

(A montagem foi feita pelo combativo colega Robson).

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